GAPS: Gabinete de Atendimento Psico-Social

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Os psicólogos, psiquiatras e outros profissionais de saúde mental concordam que a homossexualidade não é uma doença, uma desordem mental ou um problema emocional. Após 35 anos de pesquisa científica bem fundamentada, demonstrou-se que a homossexualidade, em si e per si, não se vincula a distúrbios mentais ou problemas emocionais ou sociais. No entanto, intuitivamente e por experiências, sentidas ou relatadas, percebemos que a sociedade portuguesa demonstra ainda tendências discriminatórias em razão de orientação sexual, exibidas através de atitudes e comportamentos homofóbicos ou de diferenciação negativa, e que estas manifestações podem ter efeitos altamente negativos na própria pessoa e na sua vida familiar, escolar e/ou laboral e social dos homossexuais, femininos e masculinos, bissexuais e transsexuais. Quando questionadas cerca de 200 pessoas LGBT, a expectativa demonstrada perante o desenvolvimento de serviços de apoio pelas associações LGBT ascendeu a mais de 90%. Referiam "mais à vontade", segurança e maior confiança de que encontrariam do lado de lá alguém que iria ao encontro das suas necessidades.

Pretendemos com o mind the gaps - Gabinete de Atendimento Psico-Social do Centro LGBT (na sequência do Gabinete de Atendimento Social) responder a estas expectativas, colmatar um hiato no apoio aos cidadãos pertencentes a minorias, neste caso sexuais e colaborar para uma sociedade justa para todos. Isto é, disponibilizar um serviço de atendimento social e psicológico, especializado e sistemático, a pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais.

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