Cidadania Plena

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Deixe-nos ajudar a mexer os seus músculos solidários e de cidadania. Estão entorpecidos? Num instante recuperam. Não fique quiet@ à espera de um mundo melhor, faça por isso!

Em Portugal e no mundo fora, muitas pessoas e instituições lutam contra injustiças e discriminações várias. Muitas vezes estes caminhos cruzam-se com o nosso, outras partilham a mesma rota. Saiba o que pode fazer (sentad@ ao seu computador ou indo para a rua gritar) por um mundo melhor!

All Out: India criminaliza lésbicas e gays

A Suprema Corte da Índia decidiu que ser gay é ilegal, quatro anos depois da suspensão da lei que proibia relações entre pessoas do mesmo sexo. Agora milhões de pessoas correm o risco de ir pra cadeia ou de sofrer ataques por ser quem são e amar quem amam.

Mas há uma coisa incrível acontecendo. Por toda a Índia e no mundo inteiro, milhares de pessoas estão se manifestando contra a lei.

Essa mobilização pode ser a chave para que os líderes indianos acabem com a lei de uma vez por todas. Mas isso só vai acontecer se continuarmos aumentando a pressão. Associe-se a esta campanha da All Out aqui.

Queixa à Comissão Nacional de Proteção de Dados: grave violação da privacidade de pessoas transexuais em artigo publicado pelo Correio da Manhã de 21/10/2013

O jornal 'Correio da Manhã' publicou, no passado dia 21, uma lista de nomes registados antes da alteração legal seguidos dos nomes atuais de 19 pessoas transexuais, numa chocante e gravíssima violação da sua privacidade. A ILGA Portugal já apresentou uma queixa à Comissão Nacional de Proteção de Dados e convida a que todas as pessoas façam o mesmo.

Para apresentar queixa, o endereço é:

http://www.cnpd.pt/bin/duvidas/queixasfrm.aspx

Sugerimos em baixo uma proposta de preenchimento dos campos.

Entidade: Correio da Manhã
 
Morada:
Grupo Cofina
Rua General Norton de Matos, 68 –R/C
 
Cód. postal: 4050-424 Porto
 

 

Assunto: Grave violação da privacidade de pessoas transexuais em artigo publicado pelo Correio da Manhã de 21/10/2013

Na passada segunda-feira, dia 21/10/2013, o jornal diário Correio da Manhã publicou um artigo de duas páginas, com chamada de capa, com o título '156 portugueses mudam de sexo em 3 anos'. Como informação adicional ao texto principal, o Correio da Manhã inclui uma caixa com uma lista dos últimos nomes próprios adotados pelas pessoas que mudaram de sexo, com informação do nome registado antes da alteração e do nome atual de 19 pessoas. De acordo com a Lei n.º 7/2011 de 15 de março, que Cria o procedimento de mudança de sexo e de nome próprio no registo civil e procede à décima sétima alteração ao Código do Registo Civil (Diário da República, 1.ª série N.º 52 15 de Março de 2011), o procedimento de mudança de sexo e de nome próprio no registo civil tem natureza secreta (Art.º 1.º, N.º 2). A mesma lei altera ainda o Código do Registo Civil no seu Art.º 214.º, instituindo que dos assentos a que se mostre efectuado qualquer averbamento de mudança de sexo e consequente alteração de nome próprio, só podem ser passadas certidões de cópia integral ou fotocópias a requerimento do próprio, dos seus herdeiros e das autoridades judiciais ou policiais para efeitos de investigação ou instrução criminal (Art.º 214, N.º 3). Tendo em conta o exposto, a publicação de uma lista com os nomes das pessoas que mudaram o seu sexo e nome próprio no registo civil por parte de um órgão de comunicação social (no caso, o Correio da Manhã) constitui uma inaceitável violação à lei nº 7/2011 bem como à lei da proteção de dados pessoais (Lei nº 67/98), atentando contra a privacidade das pessoas transexuais, com consequências particularmente graves para pessoas que enfrentaram uma longa luta pelo seu direito à sua identidade. Importa ainda referir que o Correio da Manhã, ao publicar esta lista, não cita qualquer fonte para esta informação, não sendo claro se esta terá tido origem no Instituto dos Registos e do Notariado ou nas/os profissionais de saúde que acompanharam estas pessoas - sendo que em ambos os casos existe a obrigação de sigilo. Neste sentido, espero que sejam apuradas responsabilidades na publicação deste artigo, e aplicadas as sanções previstas pela lei.

NIGÉRIA: AMAR NÃO É UM CRIME!

O Parlamento da Nigéria prepara-se para aprovar uma das mais duras leis homofóbicas do mundo. Essa lei prevê 10 anos de cadeia para gays, lésbicas ou qualquer pessoa que apoie ou defenda a causa LGBT. Se dois homens ou duas mulheres se casam, a pena é de 14 anos. 

Junta a tua voz à voz de milhares de nigerian@s e pessoas pelo mundo inteiro que lutam para travar essa lei, apelando ao Presidente da Nigéria para pôr fim a esse absurdo e respeitar os direitos humanos de toda a população nigeriana.
 
Lê, assina e partilha!
 
Aqui: http://www.allout.org/pt/actions/nigeria-veto
Repressão na Ucrânia: AJA AGORA

O Parlamento da Ucrânia está prestes a votar um novo projeto de lei que criminalizará mostrar-se como gay ou lésbica em público. O Presidente Viktor Yanukovych tem o poder de vetar a lei, mas optou pelo silêncio em relação ao crescente sentimento homofóbico.   

Ele afirma que uma nova aliança com a União Europeia é sua prioridade. Aproveitando o momento atual em que os oficiais do governo se preparam para um encontro com uma delegação europeia sobre direitos humanos, nesta sexta-feira, podemos finalmente trazer este assunto à tona e forçar o Presidente Yanukovych a posicionar-se contra essa lei. 
 
Queres juntar-te a nós e fazer um apelo ao Presidente Yanukovych para que condene essa lei antes da reunião de sexta-feira? Qualquer voz voz que se oponha a esta lei pode fazer uma verdadeira diferença.
 
Podes assinar a Petição no site da ALL OUT
Amnistia Internacional: Ação on-line sobre a Marcha do Orgulho no Báltico

A Amnistia Internacional tem, nos últimos anos, apoiado a realização das Marchas do Orgulho nos países do Báltico, uma vez que estes eventos continuam a enfrentar grande contestação nestes países. 

Este ano a Marcha do Orgulho do Báltico realiza-se em Riga, na Letónia, a 2 de junho mas enfrenta de novo a oposição de autoridades locais. 
 
Por isso a Amnistia Internacional lançou uma petição às autoridades da Letónia pedindo que assegurem a proteção adequada à Marcha, para que esta possa ser realizada em segurança e com o total respeito pela liberdade de expressão e a liberdade de reunião pacífica. 
 
A Amnistia Internacional está também a promover uma ação on-line levada a cabo pela Mozaika, uma organização letónia, que imprimirá a assinatura dos participantes em corações pintados com as cores do arco-iris que serão apresentados na Marcha, como um Mapa do Amor
 
Pedimos a vossa participação nestas ações para junt@s exigirmos que os direitos à liberdade de expressão e de reunião das pessoas LGBT sejam respeitados e protegidos na Letónia. 
 
Pode assinar a petição da Amnistia Internacional aqui
 
Para participar na ação da Mozaika vá aqui
Rússia: Luta contra legislação homofóbica

Sergey Kondrashov, um advogado russo, foi preso por desafiar a lei contra a "propaganda" gay em São Petersburgo. O crime? Levantar um cartaz dizendo que uma amiga da sua família, lésbica, merece os mesmos direitos que Sergey e a sua esposa.

A petição, dirigida ao Primeiro-ministro Vladimir Putin, reclama a condenação da lei antes do julgamento de Sergey, na próxima 2ª feira.

Texto da Petição
PARA: Vladimir Putin, Primeiro Ministro da Federação Russa
Nós, russ@,cidadãos e cidadãs do mundo, pedimos que o Sr. condene a lei inconstitucional de São Petersburgo contra a "propaganda  gay" e impeça que esta lei seja adotada em nível federal.

A Rússia é signatária de inúmeros tratados internacionais sobre direitos humanos - incluindo a Convenção Européia dos Direitos Humanos, a qual proíbe terminantemente as medidas sendo implementadas. Pedimos que o Sr. mude o curso desta história, respeitando as obrigações firmadas pela Rússia e fazendo com que todas as acusações contra manifestantes pacíficos sejam retiradas.

Podes assinar a petição aqui.

Mais informações sobre a lei anti-propaganda gay aqui.

Urgente: Rússia está prestes a silenciar milhões

Apelo AllOut: Estivemos  falando nesta última semana com a nossa colega Sasha - professora e mãe na Rússia. E o que escutamos foi aterrorizante: na quarta-feira os líderes políticos em São Petersburgo vão votar uma nova lei que tornará ilegal falar em público sobre ser gay, lésbica, bissexual ou transgênero. 

Sasha e uma ampla coalizão de ativistas estão fazendo tudo o que podem para parar este projeto de lei. Organizaram uma imensa demonstração, apoiando a igualdade e a diversidade sexual, e ainda assim a comunidade internacional ainda não está prestando muita atenção. A Rússia precisa do apoio de todas as pessoas no mundo inteiro, e rápido. 

www.allout.org/pt/russiasilenced

Por ser uma nação poderosa, a maioria dos líderes mundiais ficaram em silêncio sobre isso. Mas se nós falarmos mais alto agora, vamos chamar a atenção da comunidade internacional para este tema, tornando-o impossível de ser ignorado.

Você levaria 2 minutos  para juntar-se a este movimento, neste apelo urgente? Nós vamos entregar várias petições em diversas embaixadas Russas espalhadas pelo mundo, colocando a discussão desta lei no topo da agenda internacional.

www.allout.org/pt/russiasilenced

Se esta lei entrar em vigor esta semana em São Petersburgo, ela poderá rapidamente comprometer a liberdade de expressão em toda a Rússia. Moscou, a maior cidade no país, já considera desenvolver e aprovar a mesma lei, abrindo caminho para um assustador cenário em que o projeto será transformado em legislação federal. Nossos colegas na Rússia acreditam que se pararmos este projeto de lei em São Petersburgo podemos " descarrilhar" a idéia de ampliar a lei para todo o país. Muitas pessoas ao redor do mundo têm evitado criticar o partido do Presidente Russo e do Primeiro Ministro, mas o fato é que este mesmo partido elegeu os dois prefeitos de Moscou e São Petersburgo, que por sua vez já apoiaram publicamente a criação deste tipo de legislação.

A Rússia já é um lugar perigoso para viver abertamente como gay, lésbica, bissexual ou trans (LGBT). Os que estavam marchando na Parada Gay em Moscou no ano passado foram brutalmente atacados e presos pela polícia. Se esta lei for aprovada, até conquistas menores, mas importantes e simbólicas, como a parada Gay, festivais culturais e até a distribuição de panfletos com temática LGBT, serão considerados crime.

Momentos como estes reforçam o propósito da All Out em lançar o seu movimento há um ano atrás:  mostrando o nosso apoio aos nossos amigos e amigas que estão sendo atacados e discriminados em todo o mundo,  dizendo a governos oportunistas que parem de brincar de política com os direitos fundamentais das pessoas. 

Por favor assine esse apelo urgente, compartilhe com os seus amigos, e mostre toda a sua solidariedade aos corajosos colegas da Rússia : Coming Out, Side by Side LGBT Film Festival, Russian LGBT- Network , que estão se recusando a ficar calados.

www.allout.org/pt/russiasilenced

21 Novembro 2011

Contra a tortura por ser LGBT no Equador

Campanha  All Out

O mundo está finalmente abrindo os olhos para uma situação horripilante no Equador, onde a população LGBT e grupos de direitos das mulheres estão denunciando há muitos meses a existência de clínicas ilegais no Equador, que estão mantendo em cativeiros mulheres para serem estupradas, torturadas, violentadas e privadas de água e comida, pelas mãos dos chamados "profissionais de saúde ou cuidadores".

O porquê disso? Para curá-las da " doença" que é ser lésbica.

Enquanto o Governo do Equador mostrou ter fechado mais de 30 clínicas nos últimos meses, ativistas afirmam que ainda há mais de 200 clínicas como estas em todo o país, mantendo em cárcere privado centenas de mulheres contra a sua vontade. Muitas pessoas, a maioria mulheres, ainda estão correndo risco.

Por isso a sua voz conta, e muito. Assine aqui e nós vamos entregar esta carta diretamente ao Presidente do Equador, assim como o

Presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, exigindo que estas clínicas ilegais sejam fechadas de uma vez por todas. Se o Presidente Correa, um líder que construiu a rua reputação com base em ideais progressistas, souber que existe uma comunidade internacional que está de olho no Equador, ele tomará uma providência.

www.allout.org/pt/ecuadorclinics

Estas clínicas que "curam os gays" ainda existem em várias partes do mundo, apesar de não terem nenhum reconhecimento por parte da comunidade psiquiátrica e associações médicas internacionais, tendo estas inclusive afirmado que as clínicas podem prejudicar a saúde das pessoas. Há algumas semanas atrás, uma jovem no Equador disse à imprensa que ficou presa em uma das clínicas por muitos meses, sendo abusada sexualmente e com seguranças jogando água e urinando sobre o seu corpo. Finalmente, com a ajuda da sua mãe, ela foi libertada.

Muitos pais e mães forçam jovens a um regime de "quarentena" nestas perigosas clinicas, mas o fato é que : elas são ilegais. O Equador recentemente aprovou uma constituição progressista que apóia os direitos dos gays, incluindo, uniões civis entre pessoas do mesmo sexo. O país também possui leis robustas para punir a violência contra as mulheres. Mas mesmo com as penalidades previstas em seus códigos, essas perigosas clínicas ainda se mantém.

Ativistas no Equador e os seus parceiros na Change.org tem enviado petições ao Ministro da Saúde para fechar estas clínicas. Mas a responsabilidade para tomar alguma providência também é daquele que foi eleito por meio do voto para que se mantivesse o estado de direito no país - O Presidente Rafael Correa. Assine esta carta urgente ao Presidente Equatoriano, e nós vamos entregá-la diretamente à ele, junto com os nossos parceiros no Equador, exigindo que essas clínicas ilegais sejam fechadas de uma vez por todas! O Presidente Correa precisa saber que a pressão internacional sobre este assunto é notória e crescente, e ignorar o que está acontecendo em seu país não irá resolver o atual problema.

www.allout.org/pt/ecuadorclinics

Clique aqui para pedir ao Presidente Rafael Correa - que já apoiou os direitos LGBT na Constituição - para tomar uma atitude agora

PORQUE TOD@S OS BRASILEIR@S MERECEM OS MESMOS DIREITOS DE KATIA E LETICIA

Dona Leda Ozório é mãe de Katia, a gaúcha que conseguiu casar com Leticia, depois de finalmente ganhar esse direito no Superior Tribunal de Justiça do Brasil.

5 de Novembro: Há alguns dias atrás, o Superior Tribunal de Justiça aprovou e reconheceu o casamento entre duas mulheres, Katia e Leticia, duas gaúchas que fizeram história no Brasil.

 Leda, a mãe da Katia, compartilhou com a AllOut uma carta emocionante que conta sobre esta vitória. Leia a carta, e se você também concorda com Leda, e acredita que casar com quem se ama não deve ser uma batalha na justiça, assine aqui afirmando que TODA e TODO brasileir@ tem os mesmos direitos que Katia e Leticia.

Eis a carta que Leda mandou:


Prezados amigos,

Meu nome é Leda, sou mãe da Katia, companheira, amiga e parceira de todas as horas da Leticia, as duas meninas (para as mães, elas sempre serão meninas) do Rio Grande do Sul. Elas conseguiram, após anos de tentativas e negativas, o direito de legalizarem sua união, tal como todo casal que constrói um lar em convivência de paz, amor e harmonia.

Deixo público o orgulho que tenho desta filha carinhosa, inteligente, batalhadora, estudiosa, de fibra, que OUSOU este fato no Brasil. Infelizmente, a nossa sociedade é hipócrita. Convive com homens espancando esposas, matando ex-companheiras, mas não aceita pessoas do mesmo sexo convivendo com carinho e afeto. Pra mim, devo dizer: não dá pra entender.

Entramos em conflito ainda com religiosos que se dizem portadores da palavra de Deus e condenam gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Deus não vê o físico das pessoas, nem cor da pele, religião, sexo ou comprimento do cabelo, mas sim a leveza da alma, a pureza e o amor nos pensamentos das pessoas.

ESTÁ NA HORA DE ACABAR COM PRECONCEITOS!

Leda Ozório
Mãe orgulhosa das suas meninas

 

PORQUE TOD@S OS BRASILEIR@S MERECEM OS MESMOS DIREITOS DE KATIA E LETICIA

Você não acha que a Leda está certa? Que casar com quem se ama não deve ser uma batalha na justiça?

As palavras da Leda, orgulhosa da vitória da sua filha e gritando pela igualdade LGBT, precisam chegar em cada casa, rua, avenida, rádio, computador e televisão no Brasil.

Faça a palavra da Leda ECOAR assinando aqui, e compartilhando a carta com seus amigos e família.

assine aqui (campanha allout.org)

O dinheiro sujo de PayPal (campanha AllOut)

 Você sabia que o PayPal está facilitando a arrecadação de fundos a alguns dos grupos anti-LGBT mais violentos do mundo para financiar suas agendas de ódio?

Um dos grupos que usa o PayPal, “Abiding Truth Ministries”, frequentemente manda seu líder Scott Lively a viagens para construir uma milícia de extremistas dedicados a promover a discriminação contra pessoas LGBT. Logo depois de uma dessas viagens, Lively se gabou de ter jogado uma “bomba nuclear na agenda gay em Uganda”. Poucos dias depois, seus anfitriões naquele país apresentaram o terrível projeto de lei “Matem os Gays”.

O PayPal já conta com uma política que proíbe o uso de seus serviços “para atividades que (...) promovam o ódio, a violência, a intolerância racial”, mas grupos como “Abiding Truth Ministries” mais dez outros que encontramos, estão se infiltrando nas brechas.

Se um número suficiente de nós levantamos nossas vozes, PayPal fechará as contas desses grupos antes que eles consigam arrecadar um só dólar a mais. Peça ao PayPal que feche essas contas e que acabe com o negócio do ódio:

www.allout.org/pt/paypal

Quando conseguirmos juntar 25 mil assinaturas, vamos apresentar sua exigência diretamente aos executivos do PayPal, pedindo-lhes que fechem as contas e proíbam toda página que promova o ódio contra LGBTs.

Através do PayPal, o serviço de pagamento por internet mais popular do planeta, mais de 130 milhões de dólares são movimentados ao redor do mundo a cada dia. Uma razão pela qual PayPal é tão maravilhoso é a possibilidade de organizações de caridade legítimas se expandirem por continentes e arrecadarem doações em moedas nacionais para causas importantes. Nas mãos erradas, porém, essa tecnologia permite que extremistas violentos se aproveitem de seguidores para conseguir apoio financeiro.

No passado, quando PayPal foi atacado por processar doações ao grupo de supremacia branca Ku Klux Klan, a companhia fez a coisa certa e os removeu rapidamente. Se o PayPal nos escutar e cancelar essas dez contas, estaremos retirando os fundos de dez dos grupos de ódio mais perigosos e causaremos um grande impacto na luta contra a homofobia em nível internacional. Peça ao PayPal que faça a coisa certa: 

www.allout.org/pt/paypal

Apelo All Out: Facebook mais inclusivo nas identidades de género

Imagine se um dia o Facebook resolvesse apagar de repente sua identidade da rede social – o que você faria? A gente quase sempre acha que é um direito garantido poder criar uma identidade online que reflita quem somos, mas para milhões de pessoas isto não é possível – porque seu gênero não cabe entre as escolhas do Facebook.

De Metis no Nepal a travestis no Brasil, há milhões de pessoas cujas identidades vão além de masculina ou feminina – as duas opções que o Facebook força você a escolher antes de virar membro. Os governos de Nepal, Índia e Paquistão já reconheceram legalmente que gênero vai além de masculino e feminino – assim como o maior competidor do Facebook, o Google.

Se o Facebook fosse uma nação, teria a terceira maior população do mundo. No passado, eles usaram sua influêcia para o bem – reconhecendo parcerias e casamentos de pessoas do mesmo sexo. Você pode perder um minuto para pedir ao Facebook para mudar os quadradinhos e abrir suas portas para pessoas com todas as identidades de gênero? Depois peça a seus amigos e sua família para fazerem o mesmo:

www.allout.org/pt/facebook

O que a gente adora no Facebook é a habilidade de as pessoas criarem e customizarem identidades online que reflitam suas vidas. Quando o assunto é línguas, a gente pode listar virtualmente qualquer uma do mundo ou até mesmo inventar algumas – como a gente poderia mostrar nossa fluência na “Língua do Amor”? Se nossa habilidade para escolher religiões, línguas e interesses é ilimitada, por que o Facebook impõe limites em algo tão essencial quanto o gênero?

Ainda que muitas pessoas trans lutem há muito tempo para ter suas identidades de gênero reconhecidas e respeitadas, nós sabemos que este é um assunto novo para muitos membros da All Out. Então pedimos a 5 membros de nossa comunidade que são impactados pelas políticas do Facebook para contar quem são e por que esta mudança é importante. Você pode conferir suas histórias e assinar a petição aqui:

www.allout.org/pt/facebook

O Facebook é uma das empresas mais poderosas do mundo e pode influenciar centenas de milhões de pessoas. Você pode exigir que o Facebook seja um veículo, não um obstáculo, na luta difícil por reconhecimento e respeito?

www.allout.org/pt/facebook

Obrigado por dar sua opinião para que todos os membros da All Out sejam respeitados pelo que são. Nós agradecemos!

Tudo de bom e All Out,
Aaron, Andre, Erika, Guillaume, Jeremy, Joseph, Nita, Oli, Prerna, Tile, Wesley e o resto do time da All Out
 

FONTES:

1. Suprema Corte do Paquistão acha mérito em identidade para terceiro gênero
www.thestar.com/news/world/pakistan/article/761722--pakistan-s-high-court-finds-merit-in-third-gender-id

2. Terceiro gênero ganha identidade própria em votações na Índia
www.edition.cnn.com/2009/WORLD/asiapcf/11/12/india.gender.voting

3. Nepal: Terceiro gênero ganha certificado de cidadania
www.thehimalayantimes.com/fullNews.php?headline=Thirdgenderissuedcitizenshipcertificate&NewsID=284117

4. O problema do gênero no Facebook
www.salon.com/life/broadsheet/2008/07/09/genderneutral

5. Google Plus É Neutro em Gênero
www.advocate.com/News/DailyNews/2011/07/13/GooglePlusGoesGenderNeutral

 

All Out

ATUALIZAÇÃO: Liberdade para Amina Arraf

ATUALIZAÇÃO: Descobriu-se que, afinal, tudo não passou de uma invenção. Mais informações aqui.

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Na segunda-feira, às 18.00 aproximadamente [hora de Damasco] Amina Arraf, uma blogger sírio-amerciana que tem estado a cobrir os acontecimentos na Síria no seu blo «Uma lésbica em Damasco», ia na rua com uma amiga quando foi raptada por homens armados.

Não se sabe ainda a localização actual de Amina e é incerto se estará numa prisão ou noutro local em Damasco. A sua família está a tentar localizá-la, desesperadamente.

O seu blog tem recebido muita atenção dos media nos últimos meses e tem muitos seguidores, tanto na Síria como noutros pontos do mundo. Amina tem mostrado grande coragem na sua crítica aberta ao regime e repressão e à situação de homossexuais na Síria.

As autoridades sírias há muito que perseguem jornalistas e bloggers e já prenderam muitos desde o início dos protestos, em meados de março.

Grupos de direitos humanos afirmam que mais de 1.200 pessoas foram mortas e pelo menos 10.000 foram presas, incluindo mulheres e crianças, muitas das quais denunciaram situações de maus-tratos e tortura por agentes dos serviços de segurança.

Nós, os abaixo-assinados, exigimos que o regime da Síria liberte imediatamente Amina. Pedimos que quem tenha influência nesta situação aumente os seus esforços para assegurar que seja rapidamente libertada e sem maltrato.

Pedimos que todas as organizações de direitos humanos tanto na Síria como internacionalmente advoguem a sua libertação e a libertação de todos os prisioneiros políticos e dissidentes do país.

[…]

A petição pode ser assinada aqui.
Atualização da situação da Amina no seu blog, aqui.

[Tradução livre]
 

Uganda: Pára a Lei "Morte aos gays" agora!

Dentro de poucas horas, legisladores do Uganda podem votar a favor de lei que condena a homossexualidade à pena capital.

Assina aqui a petição (em inglês), incitando o Presidente Yoweri Museveni a declarar publicamente a intenção de vetar a lei, caso ela passe!

Agressão transfóbica violenta num McDonalds dos EUA

Aconteceu no passado dia 18 de Abril num restaurante McDonalds em Baltimore, nos EUA: Uma mulher transexual utilizou as instalações sanitárias do estabelecimento sendo posteriormente agredida por clientes, à frente quer de outr@s clientes quer de empregades do McDonalds. Estes colaborador€s podem, inclusivamente, ser ouvides a gritar incentivos à violência no vídeo gravado por um responsável pelaloja que assistiu impávido ao ataque... As imagens do vídeo mostram um ataque de grande violência -  pode vê-lo aqui.Este vídeo foi, aliás, publicado na internet por colaborador@s da McDonalds, juntamente com comentários do tipo "o espancamento foi justo porque se tratava de um homem vestido de mulher".

Assine a petição que reivindica que as responsabilidades deste ataque sejam apuradas e que todos @s colaborador@s da McDonalds envolvid@s sejam punidos.

Assinar a petição aqui (em inglês)

Tags: transexual violência

BRASIL: Pare com a violência contra pessoas LGBT!

O Brasil registra hoje o maior índice de crimes contra transexuais, travestis e homosexuais do mundo. Priscila Brandão foi uma das vítimas mais recentes. E agora, Jean Wyllys, no Parlamento, está recebendo ameaças de morte.

Ativistas no Brasil estão trabalhando com parlamentares para que o projeto de lei Anti-Homofobia (PLC 122) seja aprovado. Por favor peça à Presidente Dilma Rousseff para apoiar a aprovação da lei Anti-Homofobia e por um fim à violencia e discriminação.

(campanha All Out)

 

ÁFRICA DO SUL: Parar a

O "estupro corretivo", uma prática horrenda de estuprar lésbicas para "curar" a sua sexualidade, se tornou uma crise na África do Sul.

Millicent Gaika foi atada, estrangulada e estuprada repetidamente durante um ataque no ano passado. Ativistas sul-africanas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent desperte mudanças. O seu apelo para o Ministro da Justiça repercutiu tanto que conquistou 140.000 assinaturas, forçando o ministro a responder ao caso em rede nacional.

Se muitos de nós aderirem, conseguiremos amplificar esta campanha, ajudando a conquistar ações governamentais urgentes para acabar com o "estupro corretivo". Vamos exigir que o Presidente Zuma e o Ministro da Justiça condenem publicamente o "estupro corretivo", criminalizem crimes de preconceito e liderem uma guinada crucial contra o estupro e homofobia no país.

Como podes ajudar ao fim desta barbárie?
 

Enviar e-mail (campanha Avaaz)

 
27 Janeiro 2011

Impedir a deportação de Brenda Namigadde

Brenda Namigadde é uma ativista LGBT ugandesa, que enfrenta a opssibilidade de ser extraditada do Reino Unido para o seu país, o Uganda, onde um outro ativistas dos direitos humanos, David Kato, foi recentemente assassinado.

Envolve-te, envia um e-mail às autoridades britânicas - junt@s podemos impedir Brenda de ser enviada para o Uganda!

Campanha de All Out

 

Proposta de e-mail e contactos

To: Home Secretary Theresa May
Subject: Stop Deportation of Brenda Namigadde

mayt@parliament.uk

Dear Home Secretary Theresa May,Please halt the impending deportation of Brenda Namigadde (Case Ref 1166867), a Ugandan lesbian scheduled for removal this Friday January 28th. Brenda fled Uganda eight years ago because of persecution for her sexuality, but if forced to return Brenda fears that she’ll be, “tortured, or killed … they've put people like me to death there." The fact that a virulently anti-gay, high ranking member of the Ugandan government has taken note of her case means that Brenda faces clear and present danger if she is returned to Uganda.Last July you told the press, “We have already promised to stop the removal of asylum seekers who have had to leave particular countries because their sexual orientation or gender identification puts them at proven risk of imprisonment, torture or execution.” Please use all of the powers at your disposal to act now to halt Brenda’s deportation.

Thank you,

 

27 Janeiro 2011

Apoio a activistas LGBT em África

A discriminação de pessoas LGBT é comum em países africanos, onde activistas que defendem os direitos destas pessoas são frequentemente perseguid@s, pres@s, torturad@s.

Envie uma mensagem de encorajamento através da Amnistia Internacional a estes heróis e a estas heroínas!

site (em inglês)

Tags: Angola Cabo-verde discriminação Guiné Bissau Moçambique movimento LGBT São Tomé e Príncipe

petição online: Impedir a deportação de Kiana Firouz' do Reino Unido

Kiana Firouz é uma cineasta lésbica iraniana cuja candidatura a asilo político foi recusada pelas autoridades britânicas. Se obrigada a voltar ao Irão,  e apenas por ser lésbica, terá que enfrentar o pesadelo da prisão e talvez até mesmo ser condenada à morte.

Mas ainda há esperança que o governo do Reino Unido, possa considerar a sua decisão. Junte o seu nome a este apelo! Assine aqui.

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