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ILGA quer que políticas públicas educativas sobre igualdade sejam "obrigatórias" nas escolas
2019-02-26
Escolas Sapo24
A associação ILGA (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo) Portugal quer que políticas públicas educativas relacionadas com igualdade, não discriminação e cidadania sejam “obrigatórias” e aplicadas em todas as escolas portuguesas.
 
A diretora-executiva da ILGA Portugal, Marta Ramos, que falava à agência Lusa no Porto depois da conferência 'Keep Adding' sobre direitos LGBTI frisou que a associação quer que políticas públicas educativas como a Estratégia Nacional para a Igualdade e Não Discriminação, aprovada no dia 08 de março de 2018, e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, sejam “obrigatórias” em todas as escolas e “implementadas no terreno”.
 
"É aqui que está o drama, é não só elas existirem, mas depois serem obrigatórias para as escolas. Os direitos humanos não são optativos, portanto as questões LGBTI, que são questões humanas, também não podem ser optativas", frisou.
 
Na conferência 'Keep Adding' foram apresentados os resultados do Estudo Nacional sobre o Ambiente Escolar, desenvolvido no âmbito do projeto ‘True Colors’, uma iniciativa da ILGA Portugal que termina este mês.
 
Segundo a responsável, apesar de o estudo, realizado durante o ano letivo 2016-2017 junto de 663 estudantes portugueses LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo), ter um "impacto negativo no sentido em que demonstra a realidade das escolas", também evidencia estratégias positivas que foram desenvolvidas.
 
"Interessa perceber se isto é uma questão transversal pelo país, ou se há aqui de facto regionalismos que são importantes e que merecem alguma reflexão por parte das políticas públicas", frisou Marta Ramos, adiantando que a associação vai proceder agora a uma análise das “piores e melhores” estratégias de inclusão adotadas pelas escolas portuguesas.
 
Marta Ramos disse à Lusa que o encontro realizado esta manhã "vai permitir mudar" algumas realidades escolares, sobretudo a da Escola Secundária Carolina Michaëlis, que já demonstrava "sinais de abertura para as questões" relacionadas com os jovens LGBTI.
 
"Acabamos de ver aqui que a Câmara Municipal do Porto foi exposta a uma realidade que não estava habituada. E aqui [Escola Secundária Carolina Michaëlis] sabemos que vai mudar, agora se vai ser rápido o suficiente para a necessidade que já existe há muito tempo, não sei. Sei que estamos a trabalhar ativamente para que esta seja uma realidade a curto prazo", acrescentou.
 
In Sapo24, 26 de fevereiro de 2019
 
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